Está faltando alegria nessa bendita vida. Está faltando sorriso. Não se pode exigir alegria, claro, de quem acaba de passar por cima de uma crise como essas. Mas a questão aqui não é o hoje. Desde o início temos alguém que prefere se manter recluso e calado. A princípio era um alívio, afinal, antes havia expossição e se falava além da conta, mas, com o tempo, essa tal reclusão e o silêncio se acentuaram. Claro, sem dúvidas, em partes se refere a temperamento. Em outra parte, pode expressar o natural trem da vida de alguém que há muito não faz a mínima em estar com o outro e, de certa forma, se habitua a solidão, e talvez mesmo encontre prazer nela. As mãos ora se esfregam uma à outra, ora se cruzam, ora marcam encontro, as pontas dos dedos de uma nas pontas dos dedos da outra. O ritmo é estudado. Cada pequeno movimento reveste de forma minusiosa. Haja saco para digerir tal coisa. Está visivelmente difícil. Nunca é bom estar com alguém que não possa sorrir, não importa em que situação for.
Olá. Seja bem-vindo a este mundo encharcado de palavras intensas, frases complexas e um livro quase-completamente aberto de um cangaceiro um tanto quanto 'louco'. Espero de verdade, que os textos e os escritos agradem. Tudo, partindo da primeira letra ao último ponto, saiu da minha imaginação, pensamento e sentimentos. Peço apenas que respeitem e dêem os devidos créditos. De resto, aproveitem bastante. Que seja decifrado por quem assim consegui-lo!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
sempre Sorria!
Está faltando alegria nessa bendita vida. Está faltando sorriso. Não se pode exigir alegria, claro, de quem acaba de passar por cima de uma crise como essas. Mas a questão aqui não é o hoje. Desde o início temos alguém que prefere se manter recluso e calado. A princípio era um alívio, afinal, antes havia expossição e se falava além da conta, mas, com o tempo, essa tal reclusão e o silêncio se acentuaram. Claro, sem dúvidas, em partes se refere a temperamento. Em outra parte, pode expressar o natural trem da vida de alguém que há muito não faz a mínima em estar com o outro e, de certa forma, se habitua a solidão, e talvez mesmo encontre prazer nela. As mãos ora se esfregam uma à outra, ora se cruzam, ora marcam encontro, as pontas dos dedos de uma nas pontas dos dedos da outra. O ritmo é estudado. Cada pequeno movimento reveste de forma minusiosa. Haja saco para digerir tal coisa. Está visivelmente difícil. Nunca é bom estar com alguém que não possa sorrir, não importa em que situação for.
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